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Archive for the ‘Bares’ Category

BádiNalva

O post de hoje é um tanto corrido porque tô atrasado para ir ao Arquivo do Estado, estou vasculhando jornais para o meu projeto de pesquisa e o dia será longo com outras atividades. Poucas horas de sono, muito trabalho, mas também muito lazer e o importante é ter um pouco de tudo, mesmo que o sono seja afetado. hehe…

Gostaria de voltar à tecla bares aqui, citando um bem peculiar, situado na periferia da zona leste paulistana. Trata-se do BádiNalva, um bar bem arrumadinho que fica na Cohab-1, Artur Alvim. Para compreensão: este é o bairro onde nasci, vivi por 25 anos, tenho amigos e pais que ainda moram
por lá.

Ou seja, é uma conexão com as coisas boas do meu passado, uma espécie de interior para aquela pessoa que largou sua cidade para tentar a sorte grande na metrópole. A diferença é que eu vim do bairro para o centro – ou “cidade”, como os antigos costumam ainda falar, meus pais são alguns deles. Talvez por tudo isso essa relação faça tão sentido.

Mas, voltando ao bar, acaba por ser, então, um ponto de encontro ou uma desculpa para reunir os amigo, bater papo, matar a saudade, enfim, até porque alguns não possuem mais vínculo com o bairro.

E o BádiNalva vale a visitinha. Situado onde era antes uma locadora de vídeos/dvd’s (a antiga responsável pela locadora, a Dinalva, conhecida no bairro, cuida do bar, sob o mesmo dono), entro de um posto de gasolina, ao lado de um mercado e de uma farmácia, o bar é bem arrumado, com dois andares, música ao vivo, cerveja nacional de vários tipos (e até uma ou outra importada) e com preço honesto, petiscos variados (provolone à milanesa é suicida, mas delicioso, assim como a pizza cortadinha em petisco), caldos saborosos (quer um exemplo? O de camarão é fantástico) e uma capirinha de sakê, seja de kiwi ou de morango, simplesmente perturbadora, pois é tão gostosa que nem se percebe que se trata de algo alcoólico. Só o atendimento que às vezes é um tanto sonolento e equivocado, mas se você tiver bom humor, apssa fácil por isso. Não chega a ser irritante.

Claro que pra quem mora por ali, o bar pode parecer um tanto caro. Mesmo assim, vive cheio de gente, principalmente nos finais de semana. Muita gente da região descobriu o bar e ruma pra lá. E mesmo quem mora ali dá um jeito de frequentá-lo.

Uma pena que não tem site. E o endereço eu não sei de cabeça, afinal de contas, moro ali (ops), morei ali muitos anos e conheço tudo sem precisar saber endereço exato. Fica na Waldemar Tietz, a principal avenida da Cohab-1, só chegar no metrô Artur Alvim e perguntar por ela que acha fácil. Fica numa ponta da avenida, perto do fim dos prédios, ao lado de um CEFAM. Mas, se alguém quiser, basta me contatar que eu apresento o bar e o bairro a você.

A propósito, Hoje à noite estarei por lá, revendo os amigos, fazendo novas amizades, colocando a conversa em dia, enfim, respirando o gostoso ar da periferia, das lembranças e da vida. Se quiser, apareça por lá.

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Jazz Club

A dica de bar retorna a este blog, após um longo e tenebroso inverno. Ontem fui a um aniversário de um grande amigo e ele comemorou num jazz club chamado Syndikat, que fica na rua Moacir Piza, 64, próximo à av. Paulista, entre as alamedas Itu e Jaú. É uma viela, um tanto difícil achar essa rua, sem falar no lugar, já que se trata de uma casa.

Mas lá dentro o ambiente é muito bacana: agradável, simples, sem frescuras, mas com sofás, cadeiras, um balcão logo na entrada e uma escada à direita para o andar abaixo, com uma passagem com mesas e, do outro lado, uma pequena sala aberta em um canto (onde ficamos) e, de frente a esta, uma área maior com mesas e o mini-palco dos tocadores de músicas. Ontem um trio de blues (denominado Samblues), com violas, gaita e guitarra, proporcionou um verdadeiro e aprazível som ambiente, sem atrapalhar as conversas, mas preenchendo o espaço com blues de qualidade.

Lá tem cerveja de tudo quanto é tipo, o que é bom. O que não é bom é o preço. Por exemplo, uma Quilmes argentina (que eu adoro!) que tu pagava R$ 2,20 mês passado no Sonda da Barra Funda tá R$ 6,40. Ao menos a Heineken está R$ 4,90. Mas tem cerveja alemã, holandesa, artesanal brasileira, nos copos específicos, que dão todo o charme para quem adora degustar uma boa cerveja!

Mas também tem vinho, caipirinhas, coquetéis e ouras bebidas. Só que não dá pra você exagerar muito, senão o arrependimento vem na hora de pagar a conta.

Para comer, além dos tradicionais petiscos (a batata frita com queijo por cima é curiosa!), eles fazem alguns lanches de pão de forma deliciosos. Posso dizer do que comi, o Toastex Jardim, com 3 pães de forma, (muito) salame, queijo, tomate, mais especiarias, enfim, uma delícia. Há um tal de Diablo que é bastante quente, segundo o aniversariante da noite, mas explica-se: na composição dos ingredientes, destaque para a ardidíssima pimenta jalapeño. Não tive coragem de experimentar.

Detalhe: não paga para entrar, mas tem o couvert da banda, que ontem foi uns 11 reais.

Apesar do preço, o local vale a pena a visita, ao menos uma vez ou outra. O som, a cerveja, o sanduíche, o ambiente que possibilita o papo, compensam o precinho meio salgado. Momento Caras: tanto é agradável que até o jornalista Caco Barcellos e (corro o risco de apanhar por falta de conhecimento) a filósofa Marcia Tiburi, que tem (ou tinha?) um programa na Multishow, estavam por lá, na mesma mesa, inclusive.

Site: http://www.syndikat.com.br.

Ps: Criei a categoria bares, acho que vale a pena. Pretendo escrever mais sobre eles por aqui.

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Aniversário

Chegou o dia.

Eu ia divulgar isso aqui antes, mas acabei não fazendo – a explicação do sumiço você lê aqui. Terça-feira última vez fiz aniversário e eu decidi, ao contrário do que normalmente não faço, comemorar em algum lugar e juntar o máximo de amigos que queiram ir.

E será hoje, a partir das 19h30, no Almeida’s Moto Bar, um lugar pequeno, simples, mas muito agradável, que fica na região central de São Paulo. Um ex-reduto de comunista na época da ditadura que guarda muitas histórias de seu dono, que viajou pelo mundo de moto e registrou nas paredes de seu estabelecimento fotos dessa viagem maluca.

Para você ter uma idéia de como o lugar é aconchegante e familiar, as mesas e cadeiras são feitas de árvores e no formato dos troncos, dando um clima todo especial.

O som que rola é sempre rock e ainda o Almeida vai deixar que eu escolha a trilha. Para quem não conhece meu gosto musical, só vai rolar rock nos alto-falantes! Qual? Inglês, estadunidense, brasileiro, velharia, clássicos, pesadas, baladas, e até música latina.

Quanto a gastronomia, o bar tem lá os petiscos costumeiros, mandioca e batata frita são ótimas, mas o destaque mesmo vai para de os caldos quentes, ideais para este friozinho paulistano de meio do ano. Caldo verde, caldo de feijão, caldo de mocotó, vaca atolada, entre outros, servidos numa cuia de madeira e colher de pau! É uma experiência única, quase tribal, dividir a cuia de sopa/caldo com os amigos.

Se alguém ainda ver isso a tempo e estiver afim de ir, está mais que convidado(a). Abaixo segue o serviço (hehe):

Almeida’s Moto Bar
30 de maio, a partir das 19h30 (o lugar fecha a 1h, por causa do Psiu)
Rua Humaitá, 134, perto do metrô São Joaquim – Bela Vista
Telefones: 3115-0242/9518-7698

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Sexta é dia de bar

Hoje vou postar aqui uma dica de bar. Ontem me reuní com alguns amigos que conheci graças à uma lista de discussão pela internet sobre os Smashing Pumpkins. Um deles veio de Sergipe pra ver o show do Radiohead e aí aproveitou para passar uma semana aqui e sugeriu um mini-encontro entre os mais próximos, que levaram uma certa amizade além da internet e além da banda moribunda. Foi bom porque fazia tempo que não nos víamos.

E o Bar Birô foi o nome do nosso destino. Um bar, aparentemente, comum: mesas na calçada, dois andares, aperto, muita gente devido ao happy hour. O mezanino é fechado com vidro, sendo possível a rua. Já no térrero, um balcão de bar tradicional, de madeira, alto. Mas o local não se assemelha a um buteco qualquer. O clima é agradável, o atendimento é ligeiro pelo número de garçons, a comida é boa, tem apresentações musicais e não é muito caro, levando-se em conta os bares paulistanos.

Ah, tem umas coisas esquisitas no cardápio: asinha de frango “bombada” com bacon, por exemplo. Eu comi e gostei, mas seria melhor se o bacon estivesse fritinho e não na gordura. Tem também pastel de feijoada, mas esse eu não tive coragem de provar! hehehe… Tem outras coisas interessantes e caseiras no cardápio.

E, agora, um detalhe: a cerveja no cardápio só tem Bohemia, Original e Serra Malte, mas se você pedir, tem as mais convencionais, como Brahma (que eu vi) e outras (presumo que tenha). Mesmo assim, fiquei na Original. Afinal, uma vez na vida não mata o bolso e eu só descobri essa traquitana do bar depois. Por isso, fica já a dica: peça a cerveja que quiser e, no máximo, o garçom dirá que não tem.

E para finalizar o raciocínio inicial deste post, acredito que o fato do lugar não ter nada de especial é que tenha me apetecido. Se não fosse tão apertado, seria perfeito. Mesmo assim, é sempre bom conhecer lugares novos. O bar fica na rua Vergueiro, 1889, perto do metrô Paraíso. O site é: http://www.barbiro.com.br.

Obs.: Esse post não é propaganda, hehehe, só achei interessante citar um lugar que gostei de visitar. Acho vou dar essas dicas mais vezes, afinal de contas, se tem um lugar em que eu me sinto à vontade, é em um bar.

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