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Venezuela – dia 4

Bem, na verdade é dia 5, mas eu faltei com um post e o dia 1 eu cheguei tarde e pouco fiz, nem fui à rua na labuta, então vamos do jeito que vai…

Mas não tô aqui pra discutir isso, mas sim, de início, explicar que eu descobri o que é o Panteão Nacional, consegui ir lá, a muito custo de minha saúde, mais fui. Por fora, parece uma igreja, por dentro, um mausoléu. Lá estão homenagens, quiçá os túmulos de todos os “libertadores de América”. Dos lados algo parecido como altares com estátuas dos “mártires” da independência da Grã-Colômbia. No corredor central, as bandeiras dos países correspondentes (Venezuela, Colômbia e Equador), de Cuba, Panamá, e acho até que bandeiras antigas, porque tinham bandeiras a mais com as cores tricolores que envolvem os três primeiros países citados.

Ao fundo, do lado esquerdo, Francisco Miranda, do direito, Sucre. No centro do panteão, um caixão envolto numa bandeira venezuelana: é de Simón Bolívar, o quase-deus da quase-religião bolivariana que seguem os venezuelanos. E detalhe: isso não tem nada a ver com Hugo Chávez, o povo cultua Bolívar – o “Libertador” –  desde sempre, Chávez apenas capitalizou a coisa. E convenhamos: ter um sarcófago à mostra num local público dá a mostra de como os locais são devotos de “São” Bolívar. Fantástico.

Ah, a entrada é franca, viu? Se tu tem “bolso” (bolsa, mochila) a senhora (que parece um cara) “cuida” pra você (deixa no chão do lado ou atrás delas), pois é proibido entrar com essas coisas lá. Tu assina o livro e tá liberado. Aliás, venezuelano tem sina com essa coisa de não poder entrar em locais com mochila, sacola, bolsa. Hoje fui numa livraria e se procedeu o mesmo. Outro dia, numa loja de vende-tudo e outro numa loja de roupas, que eu fui para comprar meias. Lembram da história né? Então… Até lá eu tive que deixar a mochila num guarda-volumes. Quando não tem nada de valor dentro, beleza. Mas quando tem seu notebook e passaporte, é duro né? Baita aflição.

Se a saúde deixar, vou visitar outros locais bacanas e escrever sobre eles aqui.

Até qualquer hora.

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  1. 08/01/2011 às 10:08 AM

    Vida excitante essa sua! Se um dia pudesse mudar meu destino, gostaria de ter continuado solteiro, feito cursos de fotografia e hoje poder viajar com equipes como a sua pra retratar o que é pitoresco nesse mundão afora!
    Parabéns e boa sorte!

    Curtir

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