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Virada Cultural

Olá.

Mais sumiços, mais desculpas. As coisas estão apertando. Disciplinas, textos das disciplinas, visita à banca de qualificação, reunião de trabalho, idéias de pautas, projeto de curta-metragem, anotações de método de abordagem jornalística, sugestões de leituras, torças de e-mails. Uma verdadeira corrida ao espaço. Uma odisséia. E eu estou adorando.

Escrevo estas linhas diretamente da biblioteca da Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras (FFLCH) aqui da USP (pena que não tenho como publicar aqui, não há conexão sem fio pública e aberta), acabei de chegar para me dedicar às leituras relativas exclusivamente ao mestrado, pois não tive muito tempo para isso e como amanhã é feriado…

Como eu comentara na segunda-feira, este fim de semana tem Virada Cultural em São Paulo. São 24 horas de eventos espalhados por toda a capital paulista, mas concentrados em quantidade absurda na região central, onde, modéstia a parte, este escriba está instalado.

Portanto, curto e grosso: me dei bem!

Já é a segunda vez, na verdade, pois ano passado fiz a maratona cultural (você pode ler um texto sobre, que escrevi pro Digestivo Cultural, clicando aqui) de 12 horas seguidas (das 18h do sábado às 6h do domingo) e ainda, na tarde dominical, o resto de mim curtiu uns três shows ainda. É sempre bacana eventos como esse, porque você tem a oportunidade de ver uma centena de atrações musicais, artísticas, circenses, cinematográficas, de dança, etc.

O problema é a multidão que sempre complica e, por vezes, inviabiliza qualquer divertimento. Ano passado, após o show do Zé Ramalho na avenida São João (a duas quadras de casa, invejem!) chegou ao cúmulo dos celulares não funcionarem na região, devido ao congestionamento de linhas – todos tentando encontrar alguém no meio daquele mar de pessoas.

Este ano não estou muito motivado a aglomerações e acotovelamentos, por isso, escolhi atrações menos apelativas ao público ou mesmo show das antigas, como Camisa de Vênus, Velhas Virgens, uma apresentação de piano na praça Dom José Gaspar (que vale um post só para relata esse ambiente), algo mais tranqüilo e animado como o Cordel do Fogo encantado.

Somente Nação Zumbi e Nasi estão entre os atrativos mais conhecidos e que deverão ter mais platéia. Interessante mesmo vai ser a abertura do palco da São João, com o tecladista do Deep Purple, Jon Lord, com a Orquestra Sinfônica Municipal. Estou curioso para este encontro.

Além disso, pode surgir uma experiência nova de observação no meio do divertimento da Virada Cultural. Mas vamos aguardar alguma confirmação futura. Daí, certamente, eu contarei a experiência.

Até amanhã.

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