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Posts Etiquetados ‘Fotografia’

Uma vila em ruínas

Rua da Escola dos Meninos e das Meninas - Foto: Theo Grahl

Rua da Escola dos Meninos e das Meninas - Foto: Theo Grahl

Olá.

Aproveito o domingo da seção Fotografia para publicar duas fotos tiradas pelos amigos Theo Grahl, diretor de fotografia do documentário, e Ricardo Carotta, fotógrafo, em uma sessão de foto que fizemos na Vila Maria Zéllia para a elaboração do material de divulgação do documentário “Vila Maria Zélia: histórias de uma São Paulo de ontem, hoje e sempre”.

Nota-se o estado  da vila, com seus monumentos históricos em ruínas. Uma pena.  Mesmo assim,ainda guaarda muitos aspectos interessantes. E beleza.

Se você quiser ver outras preciosidades como estas, visite nosso flickr, clicando aqui.

Ruínas da Vila Maria Zélia - Foto: Ricardo Carotta

Ruínas da Vila Maria Zélia - Foto: Ricardo Carotta

Visite o blog do projeto, acesse: http://docmariazelia.wordpress.com.

E siga-nos no twitter: http://twitter.com/docmariazelia.

Divulgando…

Olá amigos.

Gostaria de postar mais uma coisinha sobre o projeto citado ontem neste espaço.

O documentário “Vila Maria Zélia: histórias de uma São Paulo de ontem, hoje e sempre” recebeu uma menção no blog Nota de Rodapé, do jornalista Thiago Domenici, ex-Caros Amigos e outros veículos. Além de falar do documentário, ele aborda também a luta para obter recursos para viabilizar o projeto.

Para ler a nota basta clicar aqui.

E quem quiser divulgar esse trabalho, sugerir algo ou apenas bater um papo, é só entrar em contato, seja pela caixa de comentários do blog ou pelo e-mail: docmariazelia@gmail.com.

Para acessar ao blog do projeto, clique aqui.

Vila Maria Zélia: um sonho em construção

Vila Maria Zélia - Foto: Ricardo Carotta

Olá amigos.

Hoje gostaria de compartilhar com vocês um projeto que estou desenvolvendo com meu amigo jornalista Daniel Reis há um bom tempo e que agora está em um momento que pode, e pede, a ser divulgação. Trata-se do documentário “Vila Maria Zélia: histórias de uma São Paulo de ontem, hoje e sempre, pré-qualificado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo na Lei Mendonça do ano passado e que está agora na fase de captação de recursos.

É um trabalho que vem desde os tempos da faculdade de jornalismo e da bolsa que tínhamos no projeto Bolsa Empreendedor, da extinta Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade (SDTS) durante a gestão da Marta Suplicy, tempo que haviam cabeças pensantes que atuavam pela inclusão social de forma prática e realmente inclusiva e não apenas “dar o peixe sem ensiná-lo a pescar”. Naquela época estávamos envolvidos com os Fóruns de Desenvolvimento Local (Mooca e Itaquera), na criação de uma agência de notícias que debatesse toda a efervescência desses fóruns que uniam prefeitura, empresários movimentos sociais e, enfim, toda a sociedade civil, em discussões pelas melhores de cada bairro.

E uma das discussões estava em torno do restauro da Vila Maria Zélia, vila operária construída na segunda década do século passado, sendo uma das principais referências no assunto, compondo de forma importante o cenário da industrialização na cidade de São paulo no período. Foi ali que tomamos contato com a mítica vila e nos apaixonamos por ela. Sua história é tão rica que nos inspirou para um trabalho de faculdade e deixou sempre a centelha dentro de nós de que deveríamos trabalhar com a vila, contar sua história, mostrá-la a todos.

Foi aí que surgiu a idéia de fazer um documentário sobre a vila. E após os últimos dois anos, tentando em leis de incentivo e editais diversos, finalmente conseguimos ser aprovados. Mais maduros, incorporando nossas experiências de alguns poucos, mas importantes, anos em jornalismo (vídeo, TV, documentários, internet), além de estudos paralelos (até contribuições do meu mestrado entraram no projeto apresentado à prefeitura), foi possível obter esta primeira vitória.

Agora estamos na segunda batalha, que é a luta por recursos para tornar viável uma idéia, uma paixão, um objetivo. Criamos um blog, um flickr e um twitter para nos comunicarmos via internet e suas redes sociais. Visitamos duas vezes a vila para colher material para formatar nosso projeto de divulgação: foi uma sessão de fotos (cujas imagens escolhidas estão no flickr) e uma sessão de vídeo com entrevistas para a produção de um vídeo curto, um teaser, para tornar mais plástica nossa divulgação.

O material já está para ser editado, assim como todo o material de divulgação em vias de ser produzido, o que nos deixa orgulhosos, por ver o trabalho caminhando e, também, pelo retorno das pessoas que têm conhecido o projeto e gostado, apoiado. Agora precisamos concretizar este apoio em dinheiro para realizar o sonho da vila em ter sua história contada de forma profissional, com qualidade cinematográfica. É o que eu e meu amigo Daniel Reis esperamos. Contamos com a torcida e o apoio de todos vocês. Um abraço e obrigado.

Quem quiser fazer alguma proposta conceta para nós ou fazer alguma sugestão para o documentário, mande um e-mail para: docmariazelia@gmail.com

Para saber mais sobre o projeto, visite o blog clicando aqui.

Para ver as fotos, vá até nosso flickr, clicando aqui.

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Museu de Zoologia

A última reportagem do especial que fiz pro Boivoador já está no ar.

O canto do cisne fala sobre o Museu de Zoologia da USP, verdadeiro ponto de pesquisa sobre a fauna e flora brasileira.

Dei um passeio lá dentro e trago na matéria os detalhes da história oficial brasileira, bem contada pelo museu.

Para ler a matéria, clique aqui.

Ler por lá, comentar por aqui.

Saudade de escrever. Esse foi meu último texto jornalístico produzido, já se vão quase dois meses. Vou caçar alguma pauta por aí esse fim de semana para matar a vontade. Não ter vínculo com nenhum lugar te deixa meio sem iniciativa, também pelo fato do mestrado consumir a maior parte do tempo. Mas vamos levando.

Mar adentro

Para relaxar, após uma semana difícil, uma dica de um site de fotos fantástico.

Perfeito para um sábado: pare, acesse o site abaixo e relaxe com imagens maravilhosas de um fotógrafo que se dedica a registrar as maiores ondas do mundo.

Clark Little Photography

E bom descanso.

Museu do Ipiranga

Tem nova reportagem no Boivoador, sobre aquele especial que fiz sobre o Parque da Independência.

O texto trata sobre o Museu Paulista, mais conhecido pelo público paulistano como Museu do Ipiranga, por se situar no bairro de mesmo nome, na zona sul da capital.

Dei um passeio lá dentro e trago na matéria os detalhes da história oficial brasileira, bem contada pelo museu.

Para ler, clique aqui.

Já dizia o jornalista Flávio Gomes: ler lá, comentar aqui.

A Casa do Grito

O Portal Colaborativo Boivoador publicou mais uma reportagem do especial que fiz sobre o Complexo do Parque da Independência.

A matéria publicada fala da Casa do Grito e a sua (falta de) relação com o famoso grito da Independência de D. Pedro I, do porquê ela ganhou projeção com esse episódio e também qual seria a razão mais provável para a existência da casa, provavelmente servindo de ponto de parada e comércio para viajantes rumo ao litoral paulista. E o mais interessante: dos últimos exemplares feitos em taipa de mão ainda existentes (e devidamente restaurados) em São Paulo.

A história é interessante, tem umas fotos que ilustram o texto. Enfim, vale a pena quem quiser conhecer o local.

Clique aqui para ler.

Natureza que traz paz

Tem texto novo na Comunidade Boivoador. É a continuação daquele especial sobre o complexo do Parque da Independência que falei há alguns posts.

O texto atual fala sobre o bosque que há atrás do Museu Paulista (também conhecido como Museu do Ipiranga) e do programa Trilhas Urbanas desenvolvido ali para os visitantes conhecerem mais a fundo o local.

Clique aqui para ler.

O local é bastante agradável, traz uma paz e um bem-estar incríveis. Não é muito grande, mesmo assim, possui àreas que a mata é tão fechada e a umidade tão forte que você se sente no meio de uma floresta.

Para quem gosta de natureza, vale a pena ler e, principalmente, fazer uma visitinha lá.

Para desenferrujar a técnica

Aproveitei um período de ócio ocorrido em fevereiro para desenferrujar meu texto, minha apuração e observação, já que havia passado quase cinco anos preso a um estilo de escrita direcionado a um projeto em específico. Tudo isso limitou minha percepção e empobreceu um pouco meu texto e, principalmente, a reflexão em cima do mesmo, já que na lida diária do jornalismo não há espaço para pensar criativamente e teoricamente as coisas – e disso eu senti muita falta.

Daí eu tive uma idéia de produzir um especial sobre os atrativos turísticos, culturais, históricos e até ecológicos do complexo do Parque da Independência, situado no Ipiranga, zona sul de São Paulo.

Com a pauta na cabeça, entrei em contato com minha velha amiga recifense, Ana Lira, ex-editora do Rabisco e que agora gerencia um coletivo de comunicação democrático e bastante interessante, chamado Comunidade Boivoador. Informei-a sobre a idéia, aceita na hora, o que me fez passar fevereiro inteiro visitando o local e captando, por meio de texto e fotos, as perspectivas possíveis daquele verdadeiro complexo cultural e ecológico.

Um material especial está sendo publicado semanalmente, contado um pouquinho sobre cada ponto do parque. Tudo começou com o Monumento à Independência, que guarda, em seu interior, a Cripta Imperial, com os despojos de d. Pedro I e suas esposas. Para ler este primeiro texto, basta clicar aqui. Pra quem curte história, vale a pena. E também pra quem gosta de foto, pois tem algumas em tamanho grande, já que o pessoal do site é superfã da fotografia.

Até a próxima!

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